Infelizmente vivemos em um mundo egoísta onde
ser diferente pode resulta em discriminação e violência. Em meio a diversos
ataque de intolerância contra a comunidade LGBT, muitas vezes pensamos que
somos os únicos a sofrer com isso. Mas estamos enganados, nossa querida Brooke
Candy também já sofreu na pele o peso da homofobia, e o pior disso, ocorreu em
seu seio familiar.
Durante sua entrevista para a Playboy Brooke
conta como era sua família: Eu tive uma
educação ímpar. Na minha família, o sexo era muito tabu e não falado. Lado do
meu pai da família é judia ortodoxa e eles eram muito religiosos. Não era a
pior coisa do mundo, ainda havia um sentimento de positividade. Durante sua
infância Candy era coroinha da igreja onde congregava.
Até esse momento Brooke e sua família tinham
uma boa relação, mas durante sua adolescia, esse quadro mudou: quando eu “identifiquei” como gay fui
recebida com hostilidade, o que foi muito triste. Podemos imaginar o
sentimento que deve ter invadido o coração de uma jovem ao ser rejeitado pela
própria família, simplesmente por ser diferente. L
Depois desse infeliz episodio, Brooke Candy
foi expulsa de casa e forçada a morra em seu carro, e devido as condições de
vida, se viu obrigada a se tornar dançarina em boates. Contudo, isso ajudou a
construir a personalidade forte e feminista que nos conquista a cada dia.

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