Como
é de conhecimento de todos, Brooke Candy
fará um show aqui no Brasil nos primeiros dias de fevereiro e a garota está em
alta por aqui, o Jornal Destakconseguiu fazer uma nova entrevista com ela onde
a mesma falou sobre diversos pontos de sua carreira:
SOBRE A GRAVADORA
Como
é de conhecimento publico, RCA/Soy Music sempre tentaram moldar nossa garota e
lava-la por um caminho totalmente que a própria havia escolhido seguir, quando
a noticia do rompimento com a multi-nacional veio a tona, os fãs que a acompanham
de perto não se sentiram surpresos, afinal Brooke Candy não nasceu para ficar
na coleira.
"Não vou lançar 'Daddy Issues', e deixei a Sony porque estava infeliz. Quando comecei o projeto, fiquei muito animada, mas eles queriam transformar o álbum em algo que não era""Eu estava trabalhando nesse disco por um ano e meio", continua. "Então, fiquei bem brava com toda a situação. Queria fazer algo mais punk e agressivo."
SOBRE SIA
Pelo
que entendemos a amizade com Sia deu uma esfriada e ambas seguem atualmente por
caminhos diferentes:
"É válido dizer que ela [Sia] é uma das melhores artistas atuais, mas não estávamos mais nos entendendo. Sempre me considerei uma rapper agressiva, e tinha perdido muito disso".
SOBRE O SEU DISCO DE ESTREIA
Brooke
deu a entender também que as possibilidades de que o EP se transforme em um álbum
completo repleto de musicas é animadora:
"Vou lançar um álbum, mas ainda não tenho um título. Eu sinto que agora estou indo para um lugar no qual sempre vou gostar de ficar"
Como
rapper, Candy também enfrentou alguns problemas para entrar em uma indústria
que é ainda é regida por homens.
"Estou em um meio que nunca foi considerado apropriado para mulheres, e não ajuda o fato de que sempre me considerei uma pessoa 'de fora', que não se encaixa bem em lugar algum", explica.
"Eu realmente não ligo para esses homens. Eles só se importam com dinheiro, e não com cultura."
Seus
problemas com o machismo refletem em suas músicas e clipes, como "Paper or
Plastic", que aborda violência doméstica.
Brooke
não é a primeira artista que fala sobre esse problema tão comum. É ótimo que
estejam falando sobre isso. Acho que ainda não entenderam o feminismo, mas é
válido que falem sobre isso.
Confira
a entrevista na integra: www.destakjornal.com.br/

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